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QuironNa Grécia antiga havia um ser único. Sua sabedoria era imensa, assim como seu caráter. Seu nome era Quíron!

Quiron nasceu um centauro, metade humano, metade animal. Seu pai, o deus Cronos, apaixonado por uma ninfa, se disfarçou de cavalo para que sua mulher não o visse. Ao engravidar Phylira, transferiu para seu filho sua forma.

O órfão Quiron, abandonado pelo pai e pela mãe, é acolhido por Apolo, que o ensina os as artes do céu e da terra: música, filosofia, luta, matemática, lógica, medicina, astrologia...

Com os ensinamentos de Apolo e sua natureza peculiar, Quíron se torna professor de reis e heróis gregos. Como centauro, não foi um centauro qualquer. Centauros eram lascívos, beberrões e violentos. Mas Quíron sabia euqilibrar seus instintos animais com a razão, e o que era lascívia virava sensuallidade, bebdeira virava alegria e violência virava determinação.

Por isso ele foi professor de reis e heróis, porque sabia juntar o melhor dois dois mundos.

 

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wi-fi.jpgQuem já se acostumou a andar com o notebook para cima e para baixo sabe o quanto é importante saber onde tem uma internet sem fio (wi-fi) disponível para navegar por aí.

Aqui embaixo tem uma lista de alguns hot sports no Rio de Janeiro. Se alguém tiver mais alguma dica, é só mandar!

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... e tenho muito orgulho disso!

Já foi o tempo em que ser vendedor era a profissão que sobrava para quem não tinha vocação definida. E também está acabando a era do vendedor "bom de lábia".

O fato é que boa parte das empresas quer resultados sustentáveis. Não basta faturar muito em um mês e não faturar nada no outro. Então, para que esse tipo de resultado apareça, o vendedor começou a mudar de cara. Ainda existem vendedores "gafanhotos": por onde passam exploram o mercado, enganam o cliente e fazem de tudo para conseguir uma venda, até trapacear. No passado eles eram muito mais frequentes. Era o típico malandro, aquele que vendia até geladeira para esquimó! O problema é que, quando o esquimó descobria que não precisava de geladeira, aquele profissional nunca mais conseguiria vender nada.

Cada vez mais as empresas precisam de resultados consistentes. Isso significa que a venda tem que ser feita sempre. O cliente tem que comprar uma, duas, três... Para isso, o vendedor, como linha de frente, passou a ter um papel fundamental, o de guardião do relacionamento com o cliente. Mais do que ter lábia, o vendedor de sucesso precisa ter ouvido. Tem que conhecer o cliente, saber o que ele precisa, saber o que ele deseja. Como é muito fácil para as empresas hoje criar produtos novos e ter um portfólio diversificado, fica por conta do profissional de vendas transformar isso em resultado.

Ser vendedor hoje exige muito estudo, exige disciplina, foco, mas também continua exigindo simpatia, contato e gostar de gente. Não é fácil, e não é para qualquer um! Por isso eu tenho muita honra de fazer parte deste grupo de profissionais.

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garotosorrindo.jpgTem gente que tenta conseguir nosso dinheiro nos sinais de trânsito usando uma arma de fogo. Mas ontem um menino de 8 anos me mostrou que não precisa disso, um sorriso é muito mais eficiente!

Alguns sinais de trânsito no Rio de Janeiro funcionam como locais de trabalho de muitas pessoas. Alguns divulgam produtos ou serviços com cartazes ou panfletos, outros fazem malabarismos, outros ainda vendem coisas... Em um país onde o governo não tem pressa para resolver a vida de quem precisa trabalhar, essas pessoas estão fazendo o que podem para garantir seu sustento. Tirando o fato que trabalhar na rua é perigoso e não indicado para niguém, muito menos para crianças, por vezes eu compro alguma coisa como chicletes ou flanelas no sinal, como uma forma de distribuir renda.

Porém, confesso que dessa classe de profissionais, uma delas me incomoda: o meninos que tentam limpar os vidros dos carros.

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dumbwaiter2.jpgAinda me espanto como grande parte dos empresários e executivos não dá atenção ao atendimento. Cuidado, seu dinheiro pode estar indo pelo ralo!

Eu olho para os diversos negócios que estão sendo abertos na minha cidade e me espanto cada vez mais. Como se coloca dinheiro em coisas como arquitetura, design, equipamento, merchandising, publicidade e não se dá ao atendimento o lugar que ele deve ocupar: a prioridade.

Não que estas coisas que eu citei acima não sejam importantes, muito pelo contrário, mas a unanimidade parece ser que atendimento é sempre relegado à último plano. E não é por falta de verba, porque o que tenho visto são empreendimentos cada vez mais sofisticados e caros. Um exemplo foi um restaurante novo que inaugurou na Barra da Tijuca, o "Zé Pimentinha" (1).

Que eu sou um fã do Outback isso não é nenhuma novidade, embora eu tenha colocado o Outback em observação, mas essa é outra história. O "Zé Pimentinha" é um concorrente do Outback, e os caras vieram com tudo. Para começar, o espaço que eles alugaram em um shopping movimentado é quase o dobro do tamanho do Outback. A decoração não fica nada a dever aos lugares mais gostosos do Rio e eles fizeram umas inovações que, à primeira vista, colocam a concorrência no bolso.

A primeira foi a salinha para criançada. Solução ideal para pais que não querem deixar de curtir a noite, a salinha dos pequenos é fechada e muito bem transada, o que dá uma segurança a mais para jantar tranquilo.

Embora isto seja funcional mas não seja tão novidade assim, um pequeno monitor de DVD em cada mesa é, pelo menos para mim. Ou seja, não tem tempo frio, se a conversa não estiver boa, tem um filminho passando bem do seu lado.

Esses são os diferenciais, sem contar o que é de praxe: decoração linda, lugar cheiroso, uniformes alinhados, tema bem definido, programação visual profissional... Enfim, tinha tudo para dar certo, mas esqueceram do principal: atender bem o cliente.

Em uma saída de sábado fui recebidos por uma hostess super educada que conduziu eu e meu grupo até nossa mesa. E só! Fiquei esperando pelo garçon ficamos quase 10 minutos. Tudo bem que não é tanto tempo, mas quando você está com fome, com sede e acabou de sair do cinema, cada minuto se arrasta. Olhando com os olhos de empresário,  eles perderam tempo, pois a demora no atendimento faz com que eles provavelmente percam uma venda adicional. É menos um chope, menos um petisco, ou quem sabe até mesmo a sobremesa, artigos que dão as melhores margens de lucro!

Voltando ao garçon, que ainda não tinha chegado, nós tivemos que pedir para que alguém trouxesse um garçon à nossa mesa. Nos 10 minutos que se passaram deu tempo mais do que suficiente para fazermos uma escolha, e ao chegar o indivíduo, pedimos chope, refrigerante e um prato de petiscos típico da casa.

Simplesmente os pedidos não vieram. Simples assim! É claro que me levantei e fui embora.

Então eu parei para fazer um conta rápida: eu já devo ter ido ao Outback umas 10 vezes no período de 2 anos. Em média, as contas não ficam menos de R$ 100,00 para um casal, o que totaliza um valor aproximado de R$ 1.000,00 que já deixei lá. Mesmo tendo colocado o Outback de castigo por causa da queda do atendimento nas últimas duas vezes, é provável que eu ainda dê mais uma ou duas chances para ele, o que dá ao restaurante um rendimento provável futuro de pelo menos mais R$ 200,00. Isso quase garantido.

O "Zé Pimentinha", com o atendimento que eu recebi, faturou apenas R$ 5,80 e muito provavelmente não vai voltar a receber minha presença lá. Bom, como não se pode dizer "nessa lama nunca mais pisarei", vamos supor que alguém me convença, aconteça uma comemoração, ou que um grupo de amigos decida e eu seja obrigado a voltar lá. Nesse caso, supondo que eu gaste os tais R$ 100,00, o "Zé Pimentinha" vai ver da minha grana apenas R$ 105,80 acumulado. Depois outros restaurantes serão abertos, novas experiências chamarão nossa atenção e muito provavelmente nunca mais voltaremos lá.

Ou seja, por causa da primeira (má) impressão causada pelo atendimento, o "Zé" vai deixar de ganhar com clientes tipo eu, 92% da receita potencial. Assim, ao invés de faturar R$ 1.000,00 fácil fácil, na melhor das hipóteses vai levar R$ 105,80. Estimando que os clientes chatos assim devam ser uns 30% do total de clientes, pense em quanto eles deixam de faturar. Pelas minhas contas, algo em torno de R$ 350.000 por mês. Com 10% disso em apenas um mês ele consegue deixar a equipe vendendo horrores!

Uma pena! Mas "Zé", dá um valor no atendimento da sua equipe, pois eles é que são o tempero do lugar! 

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(1) O nome do estabelecimento foi alterado para manter preservada sua identidade.

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Não gosto da palavra "moral".

Ela me remete à uma definição imprecisa do "certo" e do "errado", que por sua vez são também definições imprecisas do que deve ser feito ou não. Mas é um fato que vivemos em sociedade, e que para viver em sociedade é necessário seguir algumas regras a fim de que os relacionamentos não se deteriorem. Assim, podemos definir moral como aquele conjunto de regras essenciais à convivência pacífica.

Fazendo uma análise econômica da moral, podemos dizer que quanto melhor a qualidade dos relacionamentos das pessoas, maior tende ser a satisfação das mesmas em diversas áreas. Pessoas que se relacionam bem trabalham melhor, portanto são mais produtivas e em última consequência, mais ricas. Essa lógica também está ligada ao conceito de defesa. Quanto mais eu confio em uma pessoa ou em um grupo, menos eu preciso me defender deles, e portanto mais eu posso produzir.

No Brasil, sofremos de um processo delicado de desnutrição moral. Muitas pessoas não conseguem ter essa visão de que seguir regras é importante para o bem de todos, inclusive do delas. Isso ocorre provavelmente por vários motivos.

Em primeiro lugar, fomos um povo que nasceu sob o massacre da ganância e da exploração. O Brasil não começou como uma terra a ser povoada, e sim como um depósito a ser explorado. Os brancos que para cá vieram lutavam contra uma natureza hostil, e muito provavelmente passaram fome. Tinham os índios, que eram aprisionados como escravos, destituídos de sua terra e por isso é muito provável que tenham passado fome também. Depois vieram os escravos, que também devem ter passado fome pela condições sub-humanas à qual eram submetidos. Era uma fome real, cortante, injusta em um país tão rico. Mas esse cenário foi se repetindo, ano após ano, década após década, século após século e acabou nos transformou em um país de famintos.

Essa fome obrigava as pessoas a sobreviverem na base da luta. Era lutar ou morrer.

Com o passar dos anos a fome foi cessando, e cada vez mais rápido, a ponto de termos terminado o século XX em um processo considerável de incusão social e redução da fome. A mobilização social em torno disso é imensa. Quem não se lembra do nosso querido Betinho que iniciou um grande movimento contra a fome no Brasil. Depois vieram algumas ações governamentais que, muito embora venham sendo alvo de corrupção e ineficiência que sugam seus recursos geraram resultados significativos, segundo dados da FGV e do IBGE.

Nossa fome física está acabando, mas séculos de fome deixaram marcas profundas na nossa sociedade, e uma delas é a desnutrição moral, essa incapacidade que grande parte do nosso povo tem de entender que não existe risco da fome real, mas mesmo assim eles continuam se comportando como esfomeados.

Um exemplo disso foi a morte dos franceses Christian Pierre Doupes, Delphine Douyère e Jérôme Faure. Essas três pessoas faziam parte de uma ONG chamada Terra'Ativa, que tinha como objetivo promover a inserção social de meninos de rua. Estavam no Brasil há mais de 10 anos. Acolheram e deram esperança a muitos jovens abandonados. Um deles, inclusive, foi quase que "adotado" pelo casal Christian e Delphine. Társio Wilson Ramirez tinha 15 anos e recebeu da ONG não apenas carinho, educação e comida. Quando cresceu, recebeu um emprego. Társio trabalhava para ONG. Tinha carteira assinada, salário, dignidade. Mas Társio era um desnutrido moral. Não entendia que tinha recebido uma oportunidade para se tornar uma pessoa de bem para toda a vida, e a ganância acabou fazendo com que Társio eliminasse justamente aqueles que lhe acolheram Provavelmente movido por ganância, Társio trocou um futuro digno pela possibilidade de um "dinheirinho" fácil. Mais do que roubar, Társio matou e queimou Christian e Delphine.

Alguns podem alegar que os anos de fome e abandono que Társio passou distorceram sua moral. Mas Társio não é o único exemplo de desnutrição moral. Nossa sociedade mostra milhares de exmplos todos os dias, em todas as camadas sociais, com todo tipo de gente.

O que dizer de nossos políticos e juízes corruptos? Pessoas que ganham milhares de reais por mês, desfrutam de boas condições de trabalho, e, em vez de focar naquilo que deveriam fazer, defender o povo, dedicam seu tempo em aumentar seu poder político e financeiro.

Mas os políticos são apenas uma fatia da nossa sociedade, que admite práticas oriundas da desnutrição moral. Por exemplo, pessoas "normais", de bem, que aceitam uma "boquinha" no serviço público. Conheço pessoas que tem uma retidão moral incrível da boca para fora, mas acham certo dar um glope aqui, arrumar um emprego alí, receber sem trabalhar, conseguir um favor de um político, subornar um guarda de trânsito, estacionar em lugar proibido, furar fila, avançar o sinal vermelho. Tudo isso é exemplo de desnutrição moral, pessoas que se comportam como se precisassem disso para comer. Não, elas não precisam disso para comer. Cada centavo que essas pessoas desviam do governo é menos dinheiro destinado para educação, saúde e segurança, serviços essenciais que deveriam se fornecedios pelo governo que elegemos democraticamente, mas que por desnutrição moral não se importa em oferecê-los. Cada atitude anti-social que essas pessoas cometem causa mais dor, ódio, ira, desejo de vingança no próximo, e explodem os conflitos.

Fica a pergunta no ar: que é necessário para acabarmos com essa desnutrição moral em nossa sociedade?

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Je suis honteaux et desole!  

 

C’est comment je me sens pour savoir que un autre français a éte trouvé pour voleurs, lundi 19, à Rio de Janeiro. Ils ètaient bonnes personnes quil ont laissé son pays pour apporter un peu des bonheur et espoir pour notre peuple suffert. Ils ont fait pour les pauvres plus que beaucoup outres bresiliénes, et malhereusement ils ont éte victimes de la violence et de la ignorance de notre peuple “affamé”.

Comme une persone simples, plus qui demander pardon à mon nome et dês brésileinnes, je voudrais laissé toute ma gratitude pour c’est herós: Sebastien, Christian, Delphine et Jérôme.

Au revoir, mon amies!

 

 Estou envergonhado e triste!  

 

É como eu me sinto ao saber que outro francês foi morto por ladrões na última segunda feira, dia 19, no Rio de Janeiro. Eles eram pessoas boas que deixaram seu país para trazer um pouco de felicidade e esperança para nosso povo sofrido. Faziam por pessoas pobres mais do muitos brasileiros, e infelizmente foram vítimas da violência e da ignorância de nosso povo “faminto”.

Como uma pessoa comum, mais do que pedir perdão em meu nome e de todos os brasileiros, eu gostaria de deixar aqui toda minha gratidão para esses heróis: Sebastien, Christian, Delphine e Jérôme.

Adeus, meus amigos!

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Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém. Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência para que a vida faça o resto.

Willian Shakespeare

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